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Estrutura do curso

Mestrado em Cidades Inteligentes e Sustentáveis

Estrutura do Curso

A concepção do PPG-CIS UNINOVE visa estruturar um programa na modalidade acadêmica com clara vocação para a pesquisa aplicada, tendo os habitantes do território urbanizado como destinatários. A partir dessa diretriz orientadora, organizam-se as práticas de ensino, por meio das disciplinas, de pesquisa, por intermédio da arquitetura estruturada em torno da articulação entre área de concentração, linhas de pesquisa e projetos de pesquisa, e de extensão, a partir das ações de impacto produzidas pelo corpo docente nas linhas de pesquisa. Segundo seus pressupostos, também, se materializam as intervenções do programa e de seus pesquisadores (docentes e discentes) nas interações com o Poder Público, o setor produtivo e o terceiro setor, além das participações em eventos.

Cidades Inteligentes e Sustentáveis

O programa de pós-graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da UNINOVE parte da premissa que o processo de urbanização favoreceu determinados tipos de interação social potencialmente geradores de conhecimento. Essa é uma abordagem estruturada a partir de um amplo feixe de saberes que têm a cidade como objeto de preocupação teórica. Com isso, desloca-se a percepção do senso comum, que associa a ideia de cidades inteligentes à disseminação do uso de tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de planejamento das cidades, para um conceito mais amplo e compreensivo, que está na base de um programa de pesquisa que visa compreender a inteligência como um produto da urbanização. Ao realizar este movimento, a proposta do programa passa a abranger um campo maior de possibilidades de pesquisa, segundo a análise dos processos de interação social nas cidades a partir de três interfaces, descritas em suas linhas de pesquisa: a lei, como mecanismo de indução do desenvolvimento e, portanto, da própria interação (e de sua qualidade); os processos sociais em si, protagonizados por componentes da sociedade civil a partir do urbano como elemento articulador, que está na base da ideia já consagrada no pensamento urbanístico de que cidades são organismos vivos e pulsantes; e a inovação aplicada ao planejamento urbano, desde que entendida como o produto de relações sociais bem estabelecidas, na perspectiva da colaboração, da co-criação e de software livre. Espera-se, com isso, manter uma estrutura ativa de reflexão, que ofereça análises críticas sendo também capaz de elaborar produtos e soluções que contribuam para melhorar a qualidade de vida dos habitantes das cidades brasileiras.

Estrutura do programa: o PPG-CIS está baseado em um conjunto de disciplinas obrigatórias e eletivas modeladas com foco na preparação do aluno para a elaboração de sua dissertação de mestrado e demais produtos acadêmicos, em especial os artigos elaborados em coautoria com seus orientadores. Entende, com isso, que o processo básico de formação de seus pesquisadores, para além de suas escolhas temáticas, deve seguir uma trilha formativa comum baseada em três pilares: regulação, participação social e inovação. Além das atividades de ensino e pesquisa – consistentes, estas, na produção de artigos acadêmicos e demais formas de produção bibliográfica reconhecidas pela área de Planejamento Urbano, Regional e Demografia da CAPES – os discentes do programa devem atuar em ações de impacto sobre o território. O aluno também passará por uma formação internacional na qual vivenciará in loco atividades de ensino e pesquisa em renomados centros de pesquisa e universidades no exterior. Tal formação se dará pelo Módulo Internacional do programa, que é componente curricular obrigatório e contemplará não somente aulas e atividades de pesquisa conjuntas mas também visitas monitoradas às práticas e soluções inovadoras de planejamento urbano inteligente e sustentável locais.

Regulação Indutora e Instrumentos Urbanos

A proposta desta linha é analisar os instrumentos jus-urbanísticos para compreender seu papel de indução do desenvolvimento urbano orientado ao cumprimento das funções sociais da cidade, previstas na Constituição Federal de 1988, e detalhadas no Estatuto da Cidade (Lei n. 10.257/2001) e no Estatuto da Metrópole (Lei n. 13.089/2015), com especial ênfase nos planos diretores, leis de parcelamento, uso e ocupação do solo urbano, dentre outros. Além disso, a linha visa analisar os mecanismos de governança e gestão democrática e participativa das cidades e regiões metropolitanas, de modo a identificar seus limites e potencialidades e, também, as políticas públicas relativas ao território urbanizado, com foco na intersetorialidade. Como ação de impacto na sociedade, a linha abriga um fórum interinstitucional composto por representantes do Poder Público, do setor produtivo e da sociedade civil organizada para formulação, por meio de encontros regulares, de questões práticas atinentes aos desafios da regulação do território e encaminhamento de propostas de enfrentamento de tais desafios. Como produtos, a linha pretende desenvolver análises críticas sobre a legislação e regulamentação urbanística e ambiental em vigor, que possibilitem formular propostas de mudança legislativa ou de criação de novos instrumentos adequados à indução do desenvolvimento urbano que contemple os objetivos do desenvolvimento sustentável, tais como preconizados pela ONU e assumidos pelo Brasil.

Líder de linha: Prof. Dr. Luis Fernando Massonetto.

Docentes: Tatiana Tucunduva Phillippi Cortese, Carlos Leite e Renato Cymbalista.

 

Espaço Urbano, Sociedade Civil e Democracia

A linha de pesquisa intitulada “Espaço Urbano, Sociedade Civil e Democracia” debruça-se sobre a análise das experiências de organização comunitária, por meio de diferentes ações de movimentos sociais, coletivos e associações – agindo de forma atomizada ou em rede – que têm o território urbanizado e seus desafios como foco de atuação prática. Espera-se, com isso, analisar as dinâmicas de tais grupos, de modo a compreender o seu papel e o impacto de sua ação na produção do espaço urbano, seja por meio da mobilização e reivindicação de direitos, seja pela atuação junto ao Estado na defesa de temas relativos às cidades, seja, ainda, pela intervenção direta sobre o território. Essa proposta está baseada no pressuposto de que o processo de urbanização e o espaço induzem dinâmicas e padrões de interação que se pretendem democráticos e participativos. Tais desafios de construção colaborativa, para além da atuação estatal, são potencialmente ricos – ainda que conflituosos – para a construção de conhecimento aplicado ao desenvolvimento de cidades sustentáveis e inteligentes. Por isso, submeter tais experiências à pesquisa acadêmica pode fornecer elementos – e produtos – capazes de gerar importante aprendizado e impacto, seja para outras iniciativas de mobilização social, seja para o aperfeiçoamento das políticas públicas.

 

Líder de Linha: Wilson Levy Braga da Silva Neto.

Projetos-eixo da LP2: Percepção democrática, participação social e impacto territorial;

Mecanismos de inovação e participação na produção do espaço urbano;

Iniciativas comunitárias e práticas participativas de apropriação e produção do espaço urbano;

Análise espacial aplicada ao estudo das dinâmicas socioespaciais e da produção do espaço urbano contemporâneo.

Docentes: Cintia Elisa de Castro Marino, Cristiano Capellani Quaresma e Leonardo Vils.

Inovações e Práticas Aplicadas ao Planejamento Urbano 

A linha de pesquisa “Inovações e Práticas Aplicadas ao Planejamento Urbano” parte da premissa que a expressão “inovação” é polissêmica e não está restrita ao desenvolvimento de tecnologias em uma área de conhecimento específica. Portanto, a partir dessa premissa, esta linha de pesquisa tem por objetivo fomentar a criação de produtos e soluções, por meio de pesquisas aplicadas, aptas a gerar melhorias nos processos de intervenção no território urbano, bem como a adoção de práticas e técnicas inovadoras, a fim de suprir os seguintes interesses coletivos: conservação dos recursos naturais, promoção de atividades culturais, bem-estar, saúde pública, moradia digna e sustentável, manejo e gerenciamento de resíduos sólidos e infraestrutura urbana e governança eficiente. Além de atuar nestas frentes, esta linha de pesquisa dedica-se em esforços reflexivos para o aperfeiçoamento das estratégias de planejamento baseadas nos conceitos de big data, machine learning, Nature-based Solutions e em políticas de dados abertos, no intuito fomentar, preferencialmente, iniciativas de caráter colaborativo, baseadas em softwares livres e de caráter bottom-up, com foco nas cidades.

Líder de Linha: Prof. Dr. José Eduardo Storopoli.

Docentes: Aldo Valentim, Amarilis Lúcia Gallardo, Andreza Portella Ribeiro, Heidy Rodriguez Ramos e João Alexandre Paschoalin Filho.