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Fazer intercâmbio pela empresa é atalho para a carreira

Data: 22-10-2008
Fonte:
Por: Portal Universia


Fazer intercâmbio pela empresa é atalho para a carreira
 
Além de conhecer novas culturas, viagem estimula ascensão profissional
 
Três viagens internacionais no currículo, todas pagas pela empresa, e na volta um cargo de responsável numa posição estratégica dentro da multinacional. Tudo isso oferecido a um jovem profissional com até dois anos de formação. Parece impossível? Pois é esta a oportunidade que diversas empresas dão a candidatos aprovados em programas de trainee. Algumas corporações buscam capacitar jovens talentos que, enquanto aprendem com a vivência no exterior, trazem uma visão global a ser implantada dentro da empresa. O caso descrito acima foi vivido pelo ex-trainee Arthur de Almeida Wong, 29 anos, hoje analista de planejamento estratégico da Mercedes-Benz do Brasil e é um exemplo bem sucedido neste projeto. Mas o caminho não é fácil para conseguir uma oportunidade como essa. O programa de trainee da Mercedes-Benz do Brasil, chamado Career, busca encontrar profissionais qualificados e com alto potencial para ocupar alguma posição estratégica, o que não significa um cargo executivo, como explica o supervisor de Recursos Humanos da empresa, Carlos Ferreira Manaia. Para isto os candidatos passam por seleção rigorosa através de dinâmicas de grupo e entrevistas, e ao final são selecionados cerca de 15 trainees por ano. Wong foi um destes candidatos, cujo perfil correspondia àquele requisitado entre os selecionados.
 
No programa o profissional tem duas oportunidades de desenvolvimento no exterior: a primeira é sempre na Alemanha, país em que está instalada a sede do grupo Daimler, e a segunda pode ser em qualquer outro lugar do mundo, conforme explica Manaia. Os candidatos selecionados devem desenvolver três projetos, um deles com visão fora do país: um voltado à área específica de atuação, o segundo deve envolver além da área um outro setor e por último um projeto fora da área. Wong conheceu a Alemanha e a Bélgica em sua primeira viagem. Segundo ele, a chance de viajar foi fundamental para que ele estabelecesse uma rede de relacionamentos, isso porque, todos os trainees deste programa, independentemente da nacionalidade passaram pelos dois países na mesma época em que Wong estava lá. Na segunda viagem, nos Estados Unidos, ele reencontrou os trainees que havia conhecido na Alemanha, o que estreitou relações. Trabalhar em equipes multifuncionais e multinacionais é, na opinião de Wong, o principal benefício dessas experiências. O ex-trainee ainda conseguiu participar de outra viagem durante o programa. Para desenvolver seu projeto internacional sobre políticas de estratégias e desenvolvimento no ramo automotivo em países em desenvolvimento, Wong foi para Beijing na China. Lá ele estudou sobre sete países da região para analisar como são feitas as políticas alinhadas. 'Em primeiro lugar, acho que abre a cabeça em relação a outras culturas. Pelo menos percebi, na China especialmente, que não há certo e errado, apenas pontos de vista diferentes', acredita Wong com relação ao aprendizado no intercâmbio.
 
No Brasil, desde que entrou na empresa, ele atuava diretamente com o vice-presidente e tinha uma visão de diversos setores, como Recursos Humanos, relações com o governo e a área jurídica. Ao termino do programa ele não sabia qual posição iria ter na empresa, sua única informação é que seria uma posição estratégica determinada pela companhia a partir do seu perfil. 'A empresa dá essa oportunidade de viajar ao exterior a todos os profissionais que buscarem isso. Tem muitos executivos que fazem projetos no exterior por causa do conhecimento adquirido', acredita ele. Casos como o relatado por Wong em que profissionais atuantes nas empresas conquistam vagas fora do Brasil para aperfeiçoamento tem se tornado uma prática cada vez mais comum. 
 
Outro exemplo é de Daniel Rodrigues, que trabalha na Atos Origin, empresa de TI que presta serviço a grandes companhias de diversos setores. Enquanto apresentava um projeto nos Estados Unidos para os vice-presidentes das áreas relacionadas Rodrigues, na época com apenas 25 anos, foi descoberto por um gestor da empresa. Há três anos a Atos Origin buscava no mundo todo um profissional capaz de trabalhar no setor financeiro e de sistemas, características que ele demonstrou ter a partir de sua apresentação. Depois de aceitar a vaga, Rodrigues foi colocado na posição de responsável pelo desenvolvimento de projeto na França. Durante o período em que esteve lá, conheceu mais de dez países na Europa. Depois de um ano e meio, toda a parte teórica do projeto, previsto para durar três anos, estava pronta. Nesta época surgiu a oportunidade de se tornar o CFO (Chief Finacial Officer), ou seja, diretor financeiro da América do Sul. 'Imagina que mudaria de cargo, sabia que iria subir, este era meu objetivo. Mas não imaginava que seria tão rápido', admite Rodrigues.
 
Ele explica que a oportunidade serviu como uma espécie de atalho para sua ascensão profissional. "Normalmente um diretor financeiro de qualquer empresa multinacional é escolhido pelos gestores da matriz, mesmo que ele seja brasileiro deve ser entrevistado lá fora. O fato de estar perto das pessoas responsáveis foi essencial para me oferecerem essa vaga', afirma ele. Rodrigues explica que em função da Atos Origin ser uma empresa que contrata profissionais de diversos países, não teve dificuldades de executar seu trabalho, ainda que não falasse francês, já que a língua na qual se comunicavam dentro da empresa era o inglês. O difícil, para ele, foi aprender a se comunicar fora da empresa durante este período que esteve na França. Há também casos em que a experiência no estrangeiro pode estimular até mesmo troca de áreas e não apenas ascensão. Esse foi o caso da gerente de Estratégias Comerciais da IP (International Paper) - empresa da área de celulose , Luciana Huneke. Para ela, a mudança ocasionada pela experiência no exterior não foi somente de cargo, mas de área. Na empresa desde 1998, Luciana começou a carreira como analista júnior e foi promovida a diversos cargos até chegar ao de gerente da área de planejamento estratégico.
 
Um dos diretores de marketing convidou Luciana para trabalhar num projeto na sede da companhia em Memphis, nos Estados Unidos, onde ela  ficou entre março e setembro de 2007. Lá, Luciana desenvolveu um projeto no segmento de análise de envelopes onde propôs uma idéia inovadora para estreitar a relação com o consumidor final. Sua função era avaliar todo o andamento do projeto. 'Quando voltei, vim para a área de marketing. Mudei de área, não de cargo. Depois já fui transferida para a área de exportação', explica Luciana. Para mudar de área, ela até fez alguns cursos, inclusive nos Estados Unidos. Mas esta experiência de ter trabalhado naquele país, muito mais do que o curso que fez depois, foi, na opinião dela, o ponto chave de sua mudança. Diferente dos outros casos, em que não houve uma conversa prévia sobre qual seria o destino profissional após a viagem, Luciana já sabia qual área iria assumir, pois fazia parte do desenvolvimento de sua carreira. Os três que vivenciaram estas experiências concordam que é fundamental aprender com a diversidade de culturas. 'Acho que cada cultura tem seus valores. Você sai completamente da sua zona de conforto, em que está acostumado a viver e lá é tudo diferente', diz Luciana. Para Rodrigues este aprendizado com culturas diferentes o ensinou a ter mais responsabilidade com suas coisas.
 
Lucros para a empresa
 
Investir no profissional deve ser um trabalho de troca em que ambas as partes tenham lucros. 'Somos uma empresa globalizada. Não é uma coisa que está só no Brasil. Este tipo de investimento dá uma visão de como nosso negócio é feito no mundo e traz as boas experiências', acredita o supervisor de Recursos Humanos da Mercedes-Benz do Brasil, Manaia. O gerente de Recursos Humanos da Robert Bosch América Latina, Fábio Amaral Machado, compartilha da mesma idéia. Para ele, as empresas multinacionais têm dois objetivos importantes: manter uma rede de desenvolvimento em potencial e passar ao funcionário este sentido de empresa global de mercado e de cultura em outros países para o desenvolvimento dos seus negócios. A assessora de relações internacionais e interinstitucionais da UCS (Universidade de Caixias do Sul), Luciane Stallivieri, acredita que toda empresa que busca se integrar ao processo de internacionalização deve ter uma equipe bem treinada, caso contrário ela corre o risco de não ser bem sucedida. O importante, na opinião dela, é o aprendizado que a empresa proporciona a este profissional independente do local para onde será a viagem, pois o funcionário deve buscar informações do país para onde viajará. A dica do gerente de Recursos Humanos da Robert Bosch América Latina é que o profissional que busca uma qualificação no exterior tenha domínio de idiomas. Ele explica que mesmo com os grandes fóruns feitos em inglês, para trabalhar e se comunicar com as pessoas é necessário ter domínio do idioma local. Ele também acreditar ser fundamental ter flexibilidade e diversidade cultural, já que a pessoa irá viver em países onde a cultura é diferente. O profissional precisa saber que deve se adaptar ao país e não o país a ele. Deve se comunicar bem para assim poder criar suas redes de contatos. Machado explica que estas características devem estar agregadas ao conhecimento técnico da área de atuação. Para ele, esta experiência não deve ser encarada como ponto de partida e sim como oportunidade de acrescentar conhecimentos. Para que não haja frustrações, tanto para a empresa quanto para o profissional, com relação à área de atuação no retorno, é essencial, segundo Machado, que se estabeleça previamente o cargo a ser exercido. De acordo com ele, dessa forma será possível treinar e se desenvolver para o cumprimento de tal função. 'A chance de haver problemas se tudo não for conversado antes é muito grande, pois a expectativa do profissional cresce muito quando ele retorna', afirma.
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